Piadas

Guerra dos sexos

Abraão volta para casa de improviso e encontra sua mulher Raquel na cama com um homem. Ferido no mais profundo de seu amor-próprio, ele corre buscar conselho e conforto com o rabino.
- Me diga, rabino, o que devo fazer nesta situação? Amo minha mulher e não quero matar ninguém, mas estou com o coração tão cheio de raiva...
- Eu vou lhe dizer o que eu faria se estivesse na sua situação. - diz o rabino - Eu, se encontrasse um homem na cama com minha mulher, eu mataria o cachorro!
- Mas rabino? - questiona Abraão - Onde apareceu este cachorro?
- Porque se um homem estiver na cama com minha mulher, só pode ser um cego!

Uma mulher resolve tirar quinze dias de férias no Caribe. Lá, ela encontra muita gente. À noite ela conhece um negro retinto muito agradável e, achando que estando tão longe de casa ela bem que pode experimentar coisas diferentes, aceita ir para o apartamento dele. Na manhã seguinte, ela comenta que ela nem sabe o nome dele. Ele diz que prefere não dizer, porque ela vai rir dele. Ela insiste, mas não há jeito de convencê-lo. Mas eles acabam transando todas as noites, e ela não consegue saber o nome do amante. Mas na última noite ela insiste:
- Olha, a gente provavelmente não vai se ver nunca mais. Me diz como é que você se chama.
- Só se você prometer não rir - diz o negro.
- Prometido! - diz ela.
- Bem... eu me chamo... Neve!
A mulher não contém uma gargalhada. O negro lamenta:
- Tá vendo? Você é como as outras: tá zombando de mim!
- Não estou zombando de você - explica ela assim que ela consegue parar de rir - Estou é pensando na cara do meu marido quando eu contar para ele que eu peguei 20 cm de neve todos os dias no Caribe!

O sujeito estava lendo tranqüilamente o seu jornal, quando a mulher lhe dá com a frigideira na cabeça.
- Você está maluca? - reagiu ele, furioso.
- Isso é pelo bilhete que eu encontrei no bolso da sua calça, com o telefone de uma tal de Marilu.
- Mas, querida... Isso foi no dia que eu fui a corrida de cavalos. Marilu foi o cavalo que eu apostei e o número era o valor total das apostas...
A mulher ficou toda desconcertada e desdobrou-se em desculpas. Dias depois, ele estava novamente lendo o seu jornal e PIMBA, leva outra frigideira na cabeça.
- O que foi agora, querida? - protestou ele.
- O seu cavalo está no telefone...

O homem volta para casa, depois de horas combatendo o fogo, doido para dar um bimbada com a esposa. Tudo encontra-se no mais completa escuridão, e a esposa está choramingando na cama, reclamando de dor de cabeça. Tira o uniforme no escuro mesmo, fazendo carinhos na mulher.
- Não, querido, hoje não. Estou para morrer de dor de cabeça. Nem acenda a luz, que qualquer luzinha me irrita.
- Então, querida, vou pegar um remedinho na sala.
- Não, amor. Não me acenda nenhuma luz, por favor. Vá até a farmácia do seu Zé e compra um remédio pra mim, vá.
O marido, assustado, veste-se no escuro mesmo e corre para a farmácia:
- Seu Zé, me vê um remédio para dor de cabeça, urgentemente, que minha mulher está para morrer, gemendo na cama.
- Tudo bem, mas me responda uma coisa: o senhor não é bombeiro?
- Sou, e daí?
- O que tá fazendo vestido de guarda noturno?

O sujeito entra no bar e pede:
- Um-um-um ui-ui-ui-uisque, po-po-po-por fa-fa-fa-vor.
O garçom serve-lhe a bebida.
- O-o-o-bri-bri-bri-gado.
O garçom chega perto do cliente, e, depois de dar uma olhada à direita e à esquerda, sussurra no ouvido dele:
- Meu amigo, eu sei que não é da minha conta, mas eu também era gago. Mas consegui curar-me. Quer saber como?
- Lo-lo-lógico!
- Minha mulher é que ouviu falar deste método - continua o garçom - Ela inventou uma série de jogos sexuais, apaixonados e mágicos. E, como você pode ver, estou curado.
O homem agradece ao garçom, dá uma gorjeta generosa e vai embora. Uma semana depois o mesmo sujeito chega novamente no bar e pede:
- Garçom, eu gostaria de tomar aquele mesmo uísque da semana passada.
- Pois não, meu amigo. E, aproveitando: gostei da sua voz! Estou feliz por ver que sua gagueira passou por completo!
- Obrigado, garçom, seu conselho foi muito bom - responde o sujeito - E devo dizer-lhe também que gostei muito de sua casa!