Piadas

Made in Portugal

Era uma vez um homem que tinha passado toda a sua vida a trabalhar e que poupara todos os centavos que havia ganho. Ele era realmente muito forreta no que tocava ao seu dinheiro.
Mesmo antes de morrer, disse à mulher:
- Ouve-me bem! Quando eu morrer, quero que pegues em todo o meu dinheiro e o coloques no caixão junto comigo. Eu quero levar todo o meu dinheiro para a minha próxima encarnação.
Dito isto, obrigou a mulher a prometer, que quando ele morresse ela colocaria todo o seu dinheiro dentro do caixão junto dele.
Um dia o homem morre. Foi colocado dentro do caixão, enquanto a mulher se mantinha sentada a seu lado, toda de preto, acompanhada pelos amigos mais chegados.
Quando terminaram a cerimónia, e mesmo antes de o padre se preparar para fechar o caixão, a mulher disse:
- Só um minuto!
Tinha uma caixa de sapatos com ela.
Aproximou-se e colocou-a dentro do caixão, juntamente com o corpo.
Um amigo disse-lhe:
- Espero que não tenhas sido doida o suficiente para meteres todo aquele dinheiro dentro do caixão!
Ela respondeu:
- Claro que sim. Eu prometi-lhe que colocaria aquele dinheiro junto dele e foi exactamente o que fiz.
- Estás-me a dizer que puseste todos os centavos que ele tinha dento do caixão com ele?
- Claro que sim! - respondeu a mulher. - Juntei todo o seu dinheiro, depositei-o na minha conta e passei-lhe um cheque.

Dois grandes amigos, o Elio em visita ao Mendes, acaba sendo apresentado a horta.
- Olha Elio, há uma semana atrás cultivei nesta mesma horta couves que atingiram 40m de largura e 80m de comprimento!
- Amigo, que mentiras!
- Acredita, em minha casa acontecem mistérios que sé eu sei explicá-los!
- Posso crer, pois também já passam duas semanas que eu fabrico panelas com uma altura de 100m e 80m de comprimento, e está sendo um negócio reentável, muita gente compra!
- Panelas com tais dimensões, para que fins as pessoas usam? Essa é uma pura mentira!
- Eu fabrico mesmo a pensar nas tuas couves!

Um camionista está a conduzir à noite pela estrada, morrendo de vontade de encontrar uma mulher.
Ao passar por uma plantação de abóboras, ele pensa consigo mesmo:
- Uma abóbora é macia, é úmida por dentro... Hmmmmm...
Sem ver ninguém por perto, ele pára o camião, escolhe a abóbora mais bonita, corta um buraco do tamanho apropriado e começa a divertir-se com ela.
Fica tão empolgado que nem se apercebe da chegada de uma viatura da polícia.
- Desculpe-me, senhor! - interrompe o polícia. - Mas por acaso o senhor está atracado a uma abóbora?
O camionista olha assustado para o polícia e diz:
- Uma abóbora?? Foda-se! Ó Cinderela, já é meia-noite?

Um fogo deflagrou num Monte Alentejano.
Os bombeiros foram imediatamente chamados para extinguir as chamas.
O fogo estava cada vez mais forte, e os bombeiros nao conseguiam dominar as chamas.
A situação já estava a ficar fora de controlo, quando alguém sugeriu que se chamasse o grupo voluntário da Vidigueira.
Apesar de alguma dúvida quanto às capacidades e equipamento dos voluntários, seria mais uma forma de auxílio. Assim foi.
Os voluntários chegaram num camião velho, desgastado pelos anos e operações de combate.
Passaram em grande velocidade e dirigiram-se em linha recta para o centro do incêndio!
Foram mesmo até ao meio das chamas e pararam.
Estupefacta a população assistiu a tudo.
Os voluntários saltaram todos para fora do camião e começaram a pulverizar freneticamente em todos os sentidos.
Como estavam mesmo no meio do fogo, as chamas dividiram-se, e restaram duas porções facilmente controláveis.
Impressionado com o trabalho dos voluntários da Vidigueira, o dono do monte respirou de alivio quando viu a sua herdade ser poupada à devastação das chamas.
Na hora pôs as mãos na algibeira e passou imediatamente um cheque de 5000 euros à corporação voluntária.
Um repórter do jornal local perguntou logo ao comandante dos bombeiros:
- 5000 euros! Já pensou o que vai fazer ao dinheiro?
- Penso que é óbvio, não é? - responde o comandante a sacudir a cinza do capacete... - A primeira coisa que vamos fazer é arranjar a porra dos travões do camião!!!

Estava a Edite Estrela numa bomba da A2 a caminho do Algarve quando vê começarem a chegar muitas motos.
Quando um dos motociclistas lhe passa ao pé, ela pergunta:
- Desculpe, mas aonde vão todas estas motos?
- Vamos para Faro, diz o motociclista.
Imediatamente a Senhora Dona Edite Estrela, com um costumeiro sorriso condescendente, diz:
- Lamento, mas o que disse não está correcto!
- Ahn?!?, que é como quem diz: "desculpe não percebi, importa-se de repetir..."
- O senhor é de Lisboa?
- Sou. Porquê?
- Então deveria ter dito "Eu vou a Faro", porque isso implica que vai e volta. Se disser "Eu vou para Faro" isso implica que vai e não volta, o que não é correcto.
O motociclista começa então a fazer uma cara de concentração à Edite.
- Não está a perceber o que eu disse?, pergunta ela, muito solícita.
- Não, não! Eu percebi! Estou é a pensar se a mando à merda... ou para a merda...