Qual é a diferença entre um parque infantil e o Congresso?
- O parque infantil está sob a vigilância de um adulto.
Piadas
Política
O conselheio pessoal de FHC acaba de morrer. Os bons conselhos nuncam foram seu forte, mas Fernando Henrique gostava muito dele e sempre confiava nele. O dia do funeral Antônio Carlos Magalhães consegue chegar até Fernando Henrique e lhe diz ao ouvido:
- Presidente, haveria uma chance de eu pegar o lugar do seu conselheiro?
- à claro! - responde FHC - mas vá rápido! Os coveiros já quase terminaram!
FHC faz uma visita a uma escola em BrasÃlia e entra numa sala de aula no meio de uma discussão sobre significado das palavras. A professora pergunta ao presidente se ele gostaria de conduzir o tema na discussão da palavra "Tragédia". Ele aceita e pede a turma que lhe de um exemplo de tragédia. Um garoto se levanta e diz:
- Se meu melhor amigo esta brincando na rua e um carro o atropela, isto seria uma tragédia.
- Não - diz o presidente - isto seria um ACIDENTE.
Uma garotinha levanta a mão.
- Se um ônibus escolar levando cinqüenta crianças - pergunta ela - caÃsse na ribanceira, matando todo mundo, isto seria uma tragédia?
- Também não - explica FHC - Neste caso seria uma GRANDE PERDA.
A sala fica em silêncio. Nenhum voluntário. FHC olha para a turma:
- Não há ninguém aqui que pode me dar um exemplo de tragédia?
Finalmente, lá no fundo da sala, um garotinho levanta a mão. Com uma voz tranqüila ele diz:
- Se o avião presidencial, levando o senhor e dona Ruth, fosse atingido por um mÃssil, matando todos os ocupantes, isto seria uma tragédia!
- Fantástico! - exclama FHC - Correto! E você, pode me dizer por que seria uma tragédia?
- Bem, - diz o garoto - porque não seria um acidente, e também não seria uma grande perda!
Viajando por uma região de canibais, o arqueólogo chega a uma lachonetezinha escondida no meio da selva. O cardápio lhe chama a atenção:
"Missionário frito: 7 reais;
Guia de safári ao molho pardo: 5 reais;
PolÃtico recheado ao forno: 35 reais".
Intrigado com a disparidade de preços, pergunta ao dono da espelunca a razão pela qual "polÃtico recheado ao forno" era um prato tão caro.
- Além de levar horas e horas cozinhando - respondeu o homem -, o senhor por acaso já tentou limpar um deles?
Estava indo um avião para Salvador na Bahia. A bordo estavam o Senador Antônio Carlos Magalhães e um bando de assessores.
O avião estava voando tranqüilamente. Repentinamente ouve-se uma explosão, em seguida um cheiro forte de enxofre e aparece o Diabo, que se dirige aos passageiros e fala:
- Este avião vai cair e vai morrer todo mundo!
Pânico geral no avião, choradeira para um lado, desmaios para o outro, mas eis que levanta Antônio Carlos Magalhães e diz aos assessores:
- Calma, deixa que eu resolvo.
ACM leva o Diabo para um canto, conversa, conversa, conversa, e volta para os seus assessores e fala:
- Pronto! Tudo resolvido!!
Nisso ouve-se outra explosão, o cheiro de enxofre some e o diabo vai embora. Um assessor chega pro Senador e pergunta:
- Senador, o que o Sr. disse para o Diabo desistir de matar a gente?
- Eu disse pra ele o seguinte - respondeu ACM - Tu conhece Salvador?
- Conheço, respondeu o Diabo.
- Pois é, Salvador tem Prefeito. Mas quem manda lá sou eu. Tu conhece a Bahia? - continuou ACM
- Conheço, respondeu o Diabo.
- Pois é, a Bahia tem Governador, mas quem manda lá sou eu. Tu conhece o Brasil? - continuou ACM.
- Conheço, respondeu o Diabo.
- Pois é, o Brasil tem Presidente, mas quem manda lá sou eu.
E continuou a falar para o Diabo:
- Mas agora tem um negócio, não vou te enganar não Sr. Diabo, mas se eu morrer, eu vou pro Inferno...